Postado em 30/4/2008 11:08 por Alexandre Aragão
"Matraquilhos treme terra" é a versão high-tech
Matraquilhos, pebolim, pacau, totó, matrecos… não importa o nome, o importante é jogar. O jogo, que na verdade chama-se futebol de mesa, foi criado em 1936, durante a Guerra Civil Espanhola.
De lá para cá não foram feitos muitos aperfeiçoamentos – mesmo porque não há muito para ser aperfeiçoado – mesmo assim, o multifacetado artista Chelpa Ferro produziu algo que eleva a outro nível o humilde joguinho. Trata-se do “Matraquilho treme terra”, que foi apresentado pela primeira vez no Centro Cultura Banco do Brasil, no Rio de Janeiro.


A mesa é composta, além dos vinte e dois jogadores, por dezoito auto-falantes que imitam sons da torcida de acordo com o que está a acontecer – gritos, por exemplo, quando há um gol –, uma luminária embutida que permite a completa visualização da emocionante partida e um placar eletrónico. Queria eu nos meus tempos de miúdo ter uma mesa tão high-tech quanto esta.
De lá para cá não foram feitos muitos aperfeiçoamentos – mesmo porque não há muito para ser aperfeiçoado – mesmo assim, o multifacetado artista Chelpa Ferro produziu algo que eleva a outro nível o humilde joguinho. Trata-se do “Matraquilho treme terra”, que foi apresentado pela primeira vez no Centro Cultura Banco do Brasil, no Rio de Janeiro.


A mesa é composta, além dos vinte e dois jogadores, por dezoito auto-falantes que imitam sons da torcida de acordo com o que está a acontecer – gritos, por exemplo, quando há um gol –, uma luminária embutida que permite a completa visualização da emocionante partida e um placar eletrónico. Queria eu nos meus tempos de miúdo ter uma mesa tão high-tech quanto esta.







